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Plebe Rude – Rock in Rio III (2001)

Plebe Rude – Rock in Rio III
Gênero: Rock Brasileiro

01 – Brasilia
02 – Johnny vai a Guerra
03 – Minha renda
04 – A Ida
05 – Luzes
06 – Proteção
07 – Até Quando Esperar
08 – Sexo & Karatê

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15 de fevereiro de 2009 Posted by | Plebe Rude | Deixe um comentário

Plebe Rude – R ao Contrário (2006)

Desde a gravação de “Enquanto a Trégua Não Vem”, o álbum ao vivo que marcou a voltada Plebe Rude, em 2000, um disco de inéditas vinha sendo aguardado pelos fãs. Pois a espera acabou com “R ao Contrário”, o novo álbum que marca a estréia, em disco, da formação que vem tocando pelo Brasil desde 2004. Além de Philippe Seabra (vocal e guitarra) e André X (baixo), remanescentes da Plebe original, estão na banda Clemente (guitarra e vocal), também integrante do Inocentes, outra lenda do punk rock nacional, e o baterista Txotxa, ex-Maskavo Roots. “R ao Contrário” foi produzido pelo próprio Philippe Seabra, e traz 12 músicas com tudo o que a Plebe Rude tem de melhor: as melodias rebuscadas e inspiradas no pós-punk, a verve política que deu ao mundo ‘Proteção’, o hino da abertura política brasileira dos anos 80, e o clássico duelo vocal hoje complementado por Clemente.

Plebe Rude – R ao Contrário
Gênero: Rock Nacional

1. O que se Faz
2. E Quanto a Você
3. Discórdia
4. Mil Gatos no Telhado
5. Suficiente por um Dia (Ou Dois)
6. Traçado que Parece o Meu
7. Mero Plebeu
8. Katarina
9. R ao Contrário
10. Dançando no Vazio
11. Remota Possibilidade
12. Voto em Branco

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15 de fevereiro de 2009 Posted by | Plebe Rude | 2 Comentários

Plebe Rude – Enquanto a Trégua Não Vem (2000)

Gravado dias 15 e 16 de novembro, 1999 no Espaço Odeon no Rio de Janeiro.

Plebe Rude – Enquanto a Trégua Não Vem
Gênero: Rock Brasileiro

1 – Brasília
2 – Minha Renda
3 – Plebiscito
4 – Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)
5 – Mentiras Por Enquanto
6 – Pressão Social
7 – Um Outro Lugar
8 – A Ida
9 – Voz do Brasil
10 – Medo
11 – Sexo e Karatê
12 – Luzes
13 – Proteção
14 – Bravo Mundo Novo
15 – Roda Brasil
16 – Este Ano
17 – Códigos
18 – Até Quando Esperar

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14 de fevereiro de 2009 Posted by | Plebe Rude | Deixe um comentário

Plebe Rude – Mais Raiva Do Que Medo (1993)

Quarto LP da Plebe, Mais Raiva do Que Medo é também foi o primeiro álbum lançado simultaneamente em CD. Isso tem uma explicação simples. Só depois que o terceiro disco da banda saiu foi que os CDs ficaram populares no Brasil. Mas antes de falar do disco propriamente dito é preciso contar como a banda demoraria quatro anos para registrar novamente suas músicas.

Estamos em 1990. A pré-produção do disco começava ali e se desdobraria em inúmeras fases. Antes do fim do contrato com a EMI, a Plebe grava várias músicas na EMI, incluindo Pressão Social, e uma que nunca chegou a ser regravada, O Muro. O problema que a banda enfrenta é de fato com a gravadora. A relação com a EMI vinha se esgarçando, mesmo depois de quase 300 mil discos vendidos pelo grupo. A gravadora optou por não renovar o contrato.

O disco Plebe Rude III beirou as 50 mil unidades vendidas, um número excelente para aquele difícil 1989, quando a economia deteriorou-se rapidamente. Mesmo assim, a EMI não chegou a perceber que o cenário econômico piorara. E ainda seria pior, nos próximos anos. Da inflação quase zero do Plano Cruzado, quando o Concreto Já Rachou foi lançado em 1986, até chegar aos 90% registrados mensalmente, com a falência do Cruzado II, quando o terceiro disco da Plebe foi lançado, a vendagem de todos os artistas nacionais estava abaixo que o normal.

Alguns músicos e grupos que vendiam até menos que a Plebe na época, continuavam com as respectivas gravadoras, que mantinham a política de dar força aos artistas de seu cast. Houve quem conseguisse lançar discos de capa dupla, privilégio que a Plebe nunca conseguiu.

Philippe Seabra e André X reconhecem que a reputação da Plebe era de ser um grupo de músicos difíceis, que dificultavam as coisas. O quarteto sempre foi apontado como uma banda única e singular, que nunca fez qualquer tipo de acordo com o mercado. Os quatro nunca colocaram música em novela ou mesmo participaram de coletâneas de sucesso.

Não liberavam nem mesmo músicas para karaokê – uma coisa usual na época. “E muito menos puxávamos o saco de ninguém”, ressalta André X. Recusavam-se a fazer certos programas de tevê e nunca deixavam de dizer o que pensavam de outros artistas e da própria gravadora. Quando ainda estavam sob contrato com a EMI, os quatro plebeus foram a um programa de televisão e rasgaram o selo da EMI da contra capa do disco Plebe Rude III. Por isso mesmo pagaram um preço alto.

A banda estava mais sintonizada com o movimento de rock em São Paulo. E estando lá, sempre que podiam, tocavam com os Inocentes e o Ira! O vocalista Nasi sempre subia ao palco da Plebe para cantar Should I Stay or Should I Go, do The Clash. E Philippe somava-se ao Ira! para tocar guitarra com Edgard Scandurra. Morando no Rio, a Plebe, apesar de conhecer todo mundo, não se identificava muito com as grandes bandas cariocas. “Sempre fomos, até por vontade própria, os outsiders da turma”, reconhece Philippe. O Rio era uma “panela da galera que se deu bem”. E era assim que a banda via alguns artistas do rock carioca: pessoas com mais contatos que talento.

Plebe Rude – Mais Raiva Do Que Medo
Gênero: Rock Brasileiro

1 – Não Nos Diz Nada
2 – Sem Deus, Sem Lei
3 – Este Ano
4 – Se Lembra
5 – Quando A Música Terminar
6 – Mais Tempo Que Dinheiro
7 – Aurora
8 – Mundo Real
9 – Exceção Da Regra
10 – Ação, Solidão, Adeus
11 – Pressão Social

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14 de fevereiro de 2009 Posted by | Plebe Rude | Deixe um comentário

Plebe Rude – Plebe Rude III (1989)

Na verdade, Plebe Rude III, como é conhecido, não tinha título. Metade da banda queria A Serra como nome, e a outra metade, O Plebiscito. O único consenso foi nome nenhum. Foi nesse disco que as famosas ‘diferênças musicais’ começaram a aparecer. Cada um apareceria com músicas já prontas que as vezes causava desentendimentos no estúdio.

A concepção do disco já começou mal. Os dois técnicos de som de estrada, que viajaram com a Plebe, acabaram se envolvendo, e a banda, ingênuamente achou que seria legal juntar o ‘know-how’ deles com o técnico de gravação dos dois primeiros discos, o Renato Luiz, para produzir o disco. Foi um desastre. A banda já estava acustomada a trablhar com O Renato Luiz. Ele sem dúvida é um dos melhores técnicos de gravação no Brasil, e tem um ouvido com poucos. Uma vez, durante as gravações de bateria, com a banda inteira tocando ao vivo num esporro daqueles, ele pediu ao assistente que parassem para ajustar o microfone de um dos tambores. Tinha saído um centímetro do lugar.

Demorou três longos mêses a completar o disco. O André, durante o fim das gravações e depois de ter acabado todos os baixos, voltou a Brasília para se casar com a Marta Brenner, mais conhecida como a Marta Detefon no breve período em que cantou backing vocal na Plebe entre os anos de 82 e 83. Junto com Ana Galbinski, conhecida na época como Ana XYZ, ex-namorada do Philippe, as duas eram chamadas de as Plebetes. Mas com a banda ficando mais conhecida em Brasília, e correndo o perigo de parecer com a Blitz do Rio, as duas foram gentilmente convidadas a sair.

O Plebe Rude III estava muito atrasado e a EMI já estava impaciente, pois agora dependia só dos vocais. O André se despediu da banda e antes de ir embora, pediu ao Philippe que tentasse ir, mesmo entendendo a necessidade dele ficar no Rio para terminar as gravações.Philippe não poderia deixar de participar do casamento de um de seus melhores amigos, que considerava como um irmão mais velho. Pegou um avião no dia seguinte e pouco antes do André subir ao altar, apareceu de supresa.

A seca em Brasília estava terrível, quase 7% de húmidade, quase tanto quanto o deserto do Sahara, e quando Philippe voltou ao Rio no dia seguinte, estava quase sem voz. Mesmo assim penaram muito, e terminaram o vocal de O traço que separa, uma das últimas a ser mixada. Graças a genialidade do técnico de gravação e produtor Renato Luiz, ninguém reparou a precariedade das vozes em certos trechos.

A banda chamou o fotógrafo de moda paulista Chico Aragão para fazer as fotos de divulgação, do encarte e da capa. A banda ficava brincando com ele perguntando se ele era irmão do Renato Aragão. O Gutje chegou a trazer uma serra a diesel para a sessão de fotos para a capa, mas somente poucas fotos foram tiradas com ela. Quando foram tirar as fotos individuais do encarte, eles foram ao Tívoli Park, um parque de diversões na Lagoa, no Rio de Janeiro. O Gutje tirou uma foto classica tocando caixa com uma banda de marcha do parque. O Jander tirou uma no Morro da Urca fazendo ‘surf de pedra.’ O André X tirou uma de cima de um morro carioca, com o topo dos prédios de fundo. O Philippe queria tirar uma foto no seu apartamento com o seu gato siamês, Pituca. Mas chegando lá, o Chico começou a espirrar e ficar todo vermelho. O fotógrafo era extremamente alérgico a gatos, e teve que sair para recuperar o fôlego. Só poucas fotos foram tiradas lá e uma foto do Tivoli foi usada.

A arte gráfica ficou por conta do Ricardo Leite, que fazia as capas para quase todas os grupos da época. Mas o elaborado trabalho gráfico não teve muito a ver com a banda.

A relação com a EMI não poderia estar pior. Mas os sinais não eram tão evidentes ainda. A primeira vez que Philippe reparou que tinha algo de errado, uma coisa que ele só comentou anos depois, foi durante a bateria de entrevistas para promover o terceiro disco. O grupo estava no terceiro andar do prédio da EMI, e enquanto a banda dava uma entrevista ao telefone, ele percebeu um desenho na parede, junto com os posters de artistas da EMI. Era um desenho de um rolo compressor amassando alguma coisa com ‘concorrência’ escrito em cima. No rolo gigante, o nome de todos os artistas nacionais da EMI, menos o da Plebe. Era 4 de novembro de 88, o 22 aniversário de Philippe. E isso depois de quase 250 mil discos vendidos. Feliz aniversário.

A EMI adiou o lançamento do Plebe Rude III alguns mêses, provávelmente na tentativa de dizer a banda que não estava satisfeita com o disco, chegando ao ridículo de sugerir que a banda usasse uma letra do Cazuza (por pouco não gravava uma música do Raul Seixas, algo que não teria absolutamente nada a ver com a banda), mas intensas negociações conseguiram manter o lançamento para pouco depois da data inicial.

Plebe lançou o disco no Circo Voador num show fantástico, com a casa cheia as duas noites, mas ninguém da EMI estava presente. As críticas ao disco foram muito divididas. Alguns acharam muito ousado a tentativa de incorporar elementos brasileiros, outros a acharam um disco perdido. Sem dúvida foi muito a frente de seu tempo. Somente anos depois no rock brasileiro começou a aparecer bandas com um sotaque mais ‘brasileiro.’ O crítico curitibano, Abônico Smith chamou o disco de “Plebe Rude, 2o grau” com aulas de geografia (Repente), gramática (Modifique o verbo), moral e cívica (Valor e Um outro lugar) e geologia (A serra). Quem era fã da banda se deleitou, e quem não era ficou menos ainda…

Plebe Rude III foi o disco mais controvertido da banda, provavelmente o mais controvertido de uma das bandas de Brasília. Mas era isso que a banda queria.

Plebe Rude – Plebe Rude III
Gênero: Rock Brasileiro

1 – Plebiscito
2 – Um Outro Lugar
3 – Valor
4 – Longe
5 – Tempo Ao Tempo
6 – O Traço Que Separa
7 – A Serra
8 – 2ª Feriado
9 – Repente
10 – Modifique O Verbo

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14 de fevereiro de 2009 Posted by | Plebe Rude | Deixe um comentário

Plebe Rude – Nunca Fomos Tão Brasileiros (1987)

Muitas das músicas do disco Nunca fomos tão brasileiros teriam entrado no Concreto já rachou. Mas isso se não fosse pela decisão da EMI de incluir a Plebe Rude no pacote de mini LPs, que tinham menos faixas que um disco normal. As sobras do repertório constituíram grande parte deste disco, com apenas três novas compostas ainda em 1987: A Ida, Mentiras Por Enquanto e Nada — cuja letra era uma das primeiras compostas pela banda. Mesmo assim, era um grande disco.

Herbert Vianna, convocado novamente pelos plebeus para a produção, tinha terminado um romance muito intenso e, em razão disso, descoberto o álcool recentemente. Ele não participou tanto quanto no primeiro disco. Mas, quando apareceu, ajudou a tornar o disco um clássico. O conceito de gravação era o de valorizar baixo e bateria e, na mixagem, isso realmente ocorreu. Mas, em certas músicas, o volume das guitarras ficou baixo demais. Pelo menos na avaliação de Philippe.

Gravado em 24 canais, Nunca fomos… deixou os plebeus aliviados em termos de espaço. Lembre-se que Concreto foi gravado apenas em 16 canais. Cada música do novo disco veio com a data de composição para mostrar quais eram as velhas e quais as novas, como se fosse uma antologia do resto do repertório da banda.

Musicas como a Censura, Códigos e Bravo Mundo Novo, apesar de já terem alguns anos de existência, mostravam um caminho mais denso da Plebe, tanto em termos de letra quando em harmonias, já mais sofisticadas. As inéditas A Ida e Nada, cuja letra era de uma música dos primórdios da Plebe, mostravam o trabalho ímpar de tambores que a Plebe estava fazendo. Jaques Morelembaum, mais uma vez foi chamado para reger uma pequena orquestra de 22 músicos para Bravo Mundo Novo. Também é dele o arranjo para a belíssima A Ida, inspirado em I am the walrus, dos Beatles.

Plebe Rude – Nunca Fomos Tão Brasileiros
Gênero: Rock Brasileiro

1 – Bravo Mundo Novo
2 – Nova Era Techno
3 – 48
4 – Não Tema
5 – Censura
6 – Nada
7 – Nunca Fomos Tão Brasileiros
8 – A Ida
9 – Consumo
10 – Códigos
11 – Mentiras Por Enquanto

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14 de fevereiro de 2009 Posted by | Plebe Rude | Deixe um comentário

Plebe Rude – O Concreto Já Rachou (1985)

Quando se fala no rock vindo de Brasília, aquele movimento roqueiro inspirado nos ídolos ingleses e norte-americanos e que ajudou a tornar o rock um gênero mais popular no Brasil oitentista, vários nomes vêm imediata e automaticamente: Capital Inicial, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e o seminal Aborto Elétrico. Uma das formações mais coesas e vigorosas da época, no entanto, acaba sendo colocada em segundo plano na maior parte das vezes: a Plebe Rude.

Este disco de estréia, “O Concreto Já Rachou” [na verdade, um mini-LP, com apenas 7 músicas], sintetiza o peso, a irreverência e o sarcasmo da mais punk das bandas punk da capital do país, sempre repleta de muita coerência. E sabe o que é mais triste? As letras político-sociais de hits como “Até Quando Esperar”, “Brasília” e “Johnny Vai à Guerra” continuam mais atuais do que nunca.

É uma excelente forma de lembrar dos anos 80 sem desabar de rir com seu lado mais trash. No fim das contas, todo mundo lembra essencialmente da Capital Inicial, da Legião Urbana e dos Paralamas do Sucesso porque, afinal de contas, a Plebe rachou o concreto lá no começo de tudo e jamais afinou o discurso ou voltou atrás em suas atitudes. O resultado? Melhor mantê-los fora do mainstream, não é mesmo?

Curiosidades:
» A produção e arranjos ficaram a cargo de Herbert Vianna, o líder dos Paralamas do Sucesso, em sua primeira empreitada do gênero.

» Por sinal, foi por causa da insistência de Herbert e de Renato Russo (Legião Urbana) que a gravadora EMI contratou a Plebe para gravar um disco.

» Como o título de “O Concreto Já Rachou” foi tirado de um trecho da música “Brasília”, os plebeus conseguiram convencer a EMI a incluir a dita cuja música no disco, gerando um inédito mini-LP com sete músicas ao invés das seis tradicionais.

» A foto da capa, tirada numa casa abandonada pelo fotógrafo Flávio Colker, serviria de cenário ainda para o videoclipe de “Até Quando Esperar”.

» A banda se recusou a receber o disco de ouro por “O Concreto Já Rachou” no palco do Cassino do Chacrinha – preferindo receber a honraria das mãos de Faustão, na época apresentador do lendário programa semanal “Perdidos na Noite”.

» De acordo com o que o jornalista Arthur Dapieve escreveu na antologia “BRock, O Rock Brasileiro dos Anos 80” – ‘O Concreto Já Rachou’ é sério candidato a melhor disco da história do rock Brasileiro.

Plebe Rude – O Concreto Já Rachou
Gênero: Rock Brasileiro

01. Até Quando Esperar
02. Proteção
03. Johnny Vai à Guerra
04. Minha Renda
05. Sexo e Karatê
06. Seu Jogo
07. Brasília

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